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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Capitulo 19

Eu odeio ser impotente. E eu odeio ser levada sem uma luta.O que tinha acontecido lá fora na ruela não tinha sido uma luta real. Se tivesse- se eu tivesse sido golpeada para me render... bem, yeah. Talvez eu pudesse aceitar isto. Talvez. Mas eu não tinha apanhado. Eu mal tinha minhas mãos sujas. Ao invés, eu tinha indo quietamente.

Quando eles nos tinham sentados no chão da van, eles amarraram cada uma das nossas mãos nas costas com algemas flexíveis - tiras de plástico que se prendem juntas e seguram tão bem quanto qualquer coisa feita de metal.

Depois disso, nos ficamos quase em silencio. Os homens ocasionalmente murmuravam algo um para o outro, falando muito baixo para que algum de nos pudesse ouvir. Christian ou Mia poderiam ter sido capazes de entender as palavras, mas eles não estavam em posição de comunicar qualquer coisa para o resto de nos. Mia parecia tão apavorada quanto ela esteve na rua, e enquanto o medo de Christian dava lugar rapidamente para sua típica raiva arrogante, ate mesmo ele não ousou agir com os guardas tão perto.

Eu estava alegre pelo auto-controle de Christian. Eu não tinha duvidas de que qualquer um desses homens poderia bater nele se ele saísse da linha, e nem eu nem nenhum dos outros noviços estamos em posição de pará-los. Isso era o que realmente estava me deixando louca.

O instinto de proteger Moroi estava tão profundamente enraizado em mim que eu nem podia parar para me preocupar comigo mesma. Christian e Mia eram o foco. Eles eram que eu tinha que tirar dessa confusão.

E como essa confusão tinha começado? Quem eram esses caras? Este era o mistério. Eles eram humanos, mas eu não acreditava nem por um instante um grupo de dhampirs e Moroi tinham sido ocasionais vitimas de um seqüestro. Nos tínhamos sido pegos por algum motivo. Nossos captores não fizeram nenhuma tentativa de nos vendar ou esconder nossa rota, o que eu não levei como um bom sinal. Eles pensavam que nos não conhecíamos a cidade bem o bastante para repassar nossos passos? Ou eles entenderam que não importava desde que nos não partiríamos de onde quer que eles estivessem nos levando? Tudo o que eu percebia era que estávamos sendo dirigidos para fora do centro da cidade, em direção a área mais suburbana. Spokane era tão sombria quanto eu tinha imaginado. Ao contrario de onde da primitiva neve branca acumulada, poças cinzas e lamacentas enfileiravam-se nas ruas remendos sujos pontilhavam os gramados. Também existia muito menos árvores do que eu estava acostumada. As desordenadas, desfolhadas árvores aqui pareciam esqueletos em comparação. Elas só aumentavam o ar de iminente destruição.

Depois do que pareceu menos de uma hora,a van virou em um quieto beco sem saída, e nos dirigimos para um muito ordinário - contudo grande-casa.Outras casas- idênticas no modo que as casas suburbanas costumam ser- ficam

próximas, o que me deu esperança. Talvez nos pudéssemos conseguir alguma ajuda dos vizinhos.

Nos entramos na garagem, e quando a porta de trás abaixou, os homens nos acompanharam pra dentro da casa. Ela parecia muito mais interessante dentro. Sofás e cadeiras antigos, com pés em forma de garra. Um grande aquário de peixes de água salgada.

Espadas cruzadas em cima da lareira. Uma desses idiotas pinturas de arte moderna que consiste e algumas linhas estendidas pela tela.

A parte de mim que gostava de destruir coisas teria adorado estudar as espadas em particular, mas o andar principal não era o nosso destino. Ao invés, nos fomos conduzidos para baixo por um estreito lance de degraus, ate um porão tão grande quanto o andar acima. Só que, diferente do espaço aberto do andar principal, o porão era dividido em uma serie de corredores e portas fechadas. Era como um labirinto para ratos. Nossos captores nos conduziram sem hesitação, ate um pequeno quarto com chão de concreto e paredes de gesso sem pintura.

A mobília dentro consistia de algumas aparentemente muito desconfortáveis cadeiras de madeira com toras de madeiras na parte detrás- parte de trás que provava ser um local conveniente para amarrar novamente nossas mãos. Os homens nos sentaram de um modo que Mia e Christian ficaram em um lado do quarto, e o resto de nos dhampirs ficou do outro. Um cara- o líder, aparentemente observava cuidadosamente quando um dos seus homens amarrou as mãos de Eddie com novas algemas flexíveis.

“Estes são os que você tem que especificamente ficar de olho,” ele alertou, apontando para nos. “Eles iram lutar de volta.” Seus olhos primeiro foram para o rosto de Eddie, depois para o de Mason, e então pra mim. O cara e eu seguramos o nosso olhar um no outro por alguns momentos, e eu fiz cara feia. Ele olhou de volta para o seu sócio. “Preste atenção nela em particular.”

Quando nos tínhamos sido contidos para a satisfação dele, ele ladrou algumas poucas ordens para os ouros e deixou o quarto, fechando a porta ruidosamente atrás dele.Seus passos ecoaram pela casa quando ele ando para cima. Momentos depois, o silencio caiu. Nos ficamos lá, encarando uns aos outros. Depois de vários minutos, Mia choramingou e começou a falar.

“O que vocês vão fazer –”

“Cale a boca,” murmurou um dos homens. Ele deu um passo de alerta na direção dela. Empalidecendo, ela se encolheu mas ainda parecia que ela iria falar alguma coisa a mais. Eu capturei seu olhar e balancei a cabeça. Ela continuou calada, olhos muito abertos e um leve tremor em seu lábio.

Não existe nada pior do que esperar e não saber o que ira acontecer com você. Sua própria imaginação pode ser tão cruel quanto qualquer capturador. Desde que nossos guardas não falariam conosco ou nos contariam uma historia, eu imaginei todos os tipos medonhos de cenários. As armas eram a ameaça obvia, e eu me encontrei pensando como seria sentir uma bala. Doloroso, claramente. E onde eles iriam atirar? Em direção ao coração

ou a cabeça? Morte rápida. Mas algum outro lugar? Como o estomago? Isto seria lento e doloroso. Eu encolhi meus ombros pelo pensamento da minha vida sangrando pra fora de mim. Pensando em todo esse sangue colocou em minha mente a casa dos Badicas e tendo nossas gargantas rasgadas. Estes homens poderiam ter facas como tinham armas.

Claro, eu tinha pensado porque nos continuávamos vivos no final das contas. Claramente eles queriam alguma coisa de nos, mas o que? Eles não tinham pedido nenhuma informação. E eles eram humanos. O que humanos poderiam querer de nos? Normalmente o que mais temíamos dos humanos era ter que correr atrás de tipos assassinos loucos ou aqueles que queriam fazer experiências conosco. Esses não pareciam com nenhum desses.

Então o que eles queriam? Porque nos estamos aqui? Repetidamente, eu imaginava mais finais horríveis e repulsivos. O olhar nos rostos dos meus amigos mostrava que eu não era a única que poderia imaginar torturas criativas.

O cheiro de suor e medo encheu o quarto.

Eu perdi a noção do tempo e foi de repente sacudida fora da minha imaginação quando passos soaram nos degraus. O líder capturador entrou no corredor. O resto dos homens se endireitou, tensão borbulhando ao redor deles. Oh Deus. Era isto, eu percebi. Era isso que nos estávamos esperando.

“Sim Sr.,” eu escutei o líder falar. “Eles estão aqui, como você queria.”

Finalmente, eu percebi. A pessoa por trás do nosso seqüestro. Pânico bateu em mim. Eu tinha que escapar.

“nos deixe sair daqui!” eu gritei, esticando minhas algemas. “nos deixe sair, seu filho da –”

Eu parei. Algo dentro de mim me paralisou. Minha garganta estava seca. Meu coração queria parar. O guarda tinha retornado com um homem e uma mulher que eu não reconhecia. Eu tinha, no entanto, reconhecido o que eles eram...

...Strigoi

Reais, vivos- bem, figurativamente falando- Strigoi. Tudo de repente se juntou. Não apenas os relatos de Spokane tinha sido verdadeiros. O que nos tínhamos temido – Strigoi trabalhando com humanos – tinha sido verdade.Isso mudava tudo. A luz do dia não era mais segura. Nenhum de nos estávamos mais seguros. Pior, eu percebi que estes deveriam ser antigos Strigoi- aqueles que atacaram as duas famílias Moroi com a ajuda dos humanos. De novo, aquelas horríveis memórias vieram a tona: corpos e sangue em por todo lado. A bile subiu pela minha garganta, e eu tentando mudar meus pensamentos do passado para a presente situação. Não que isso fosse mais tranqüilizador.

Moroi tinham pele pálida, o tipo de pele que ruborizava e queimava facilmente. Mas esses vampiros... a pele deles era branca, calcaria do jeito que fazia parecer o resultado de uma maquiagem mal feita. A pupila dos olhos deles tinham um anel vermelho ao seu redor, mostrando os monstros que eles eram.

A mulher, na verdade, me lembrava Natalie – minha pobre amiga cujo pai a tinha convencido a se transforma em Strigoi. Me levou alguns poucos momentos para perceber o que elas tinham em comum era o fato delas não terem nada em comum. Esta mulher era baixa- provavelmente humana antes de virar Strigoi- e tinha cabelos castanhos que faziam um péssimo trabalho em destacá-la.

Então eu entendi. Essa era uma nova Strigoi, assim como Natalie havia sido. Isso não tinham se tornado obvio ate eu compará-la com o homem Strigoi. O rosto da mulher Strigoi ainda tinha um pouco de vida. Mas o dele ... o dele era a face da morte.

A face dele era completamente destituída de qualquer tipo de calor ou de qualquer emoção gentil. Sua expressão era fria e calculista, recheada de divertimento maligno. Ele era alto, tão alto quanto Dimitri, e tinha uma aparência esbelta que indicava que ele tinha sido um Moroi antes de se transformar. Cabelo preto na altura dos ombros que emoldurava sua face e sobressaia sobre o brilho vermelho de sua camisa. Seus olhos era tão negros e marrons que sem o anel vermelho, seria quase impossível dizer onde a pupila termina e a íris começa.

Um dos guardas me empurrou com força, mesmo eu estando calada. Ele olhou para o homem Strigoi.

“você quer que eu amordace ela?”

Eu de repente percebi que eu estava me batendo nas costas da minha cadeira, inconscientemente tentando ficar o mais longe possível dele. Ele percebeu isso também, e um

pequeno sorriso, que nem mostrou seus dentes, atravessou seus lábios.

“Não,”ele disse. Sua voz era sedosa e baixa. “ Eu gostaria de ouvir o que ela tem a dizer.” Ele levantou uma sobrancelha para mim. “Por favor. Continue.”

Eu engoli.

“Não? Nada a acrescentar? Bem. Sinta-se livre para falar assim que qualquer coisa lhe venha a mente.”

“Isaiah,” exclamou a mulher. “porque você os esta mantendo aqui? Porque você simplesmente não chamou os outros?”

“Elena, Elena,” Isaiah murmurou para ela. “comporte-se. Eu não vou deixar a chance de me entreter com dois Moroi passar e ...” ele andou por trás da minha cadeira e levantou meu cabelo, me fazendo estremecer.Um momento depois, ele olhou para os pescoços de Mason e Eddie também. “... três dhampirs sem sangue nas mãos.” Ele falou essas palavras em um suspiro quase feliz, então eu percebi que ele estava procurando pelas tatuagens de guardião.

Passando por Mia e Christian, Isaiah pôs sua mão nos quadris enquanto estudava-os. Mia só pode encontrar seus olhos durante um breve instante antes de desviar. O medo de Christian era palpável, mas ele conseguiu devolver o olhar examinador do Strigoi. Isso me deixou orgulhosa.

“olhe esses olhos, Elena.” Elena andou ate ele e parou ao lado de Isaiah enquanto ele falava.

“este azul pálido. Como gelo. Como água – marinhas. Você quase nunca vê isso fora das casas reais. Badicas. Ozeras. A ocasional Zeklos.”

“Ozera,” disse Christian, tentando ao máximo soar sem medo. Isaiah inclinou sua cabeça. “realmente? com certeza não ...” ele chegou mais perto de Christian. “mas a idade está certa ... e o cabelo ... “Ele sorriu. “O filho de Lucas e Moira?”

Christian não disse nada, mas a confirmação em seu rosto era obvia. “eu conheci seus pais. Boa gente. Inigualáveis. Suas morte foram uma vergonha... mas, bem... eu ouso dizer que eles trouxeram isso para eles mesmos. Eu disse a eles que não deveriam voltar por você. Seria inútil acordá-lo tão novo. Eles afirmaram que iam apenas manter você perto e despertá-lo quando você fosse mais velho. Eu os avisei que isso seria um desastre, mas, bem...” Ele encolheu um pouco os ombros. “despertar” era o termo que os Strigoi usavam entre eles quando eles se transformavam. Isso soava como uma experiência religiosa. “eles não quiseram ouvir, e o desastre encontrou eles de um modo diferente.”

Um ódio, profundo e escuro, fervilhou por detrás dos olhos de Christian. Isaiah sorriu novamente.

“Chega a ser tocante que você tenha achado seu caminho até mim depois de todo esse tempo. Talvez eu possa realizar o sonho deles apesar de tudo.”

“Isaiah”, disse a mulher – Elena – de novo. Toda palavra que saia de sua boca se assemelhava a um choramingo. “Chame os outors –”

“Pare de me dar ordens!” Isaiah agarrou os ombros dela e empurrou-a para longe de si – exceto pelo fato de que o empurrão quase fez com que ela cruzasse todo o recinto e

quebrasse a parede. Ela quase não conseguiu levantar sua mão a tempo de impedir o impacto.

Strigoi tem melhores reflexos que dhampirs ou até Moroi; a falta de graça dela significou que ele pegou ela completamente fora da guarda. E realmente, ele mal tinha tocado nela. O empurrão tinha sido de leve- ainda assim tinha a força e um pequeno carro. Isso reforçou mais ainda minha convicção que ele estava em outra classe ao todo. A força dele batia a dela infinitamente. Ela era como uma mosca que ele poderia esmagar. O poder do Strigoi aumenta com a idade – como também com o consumo de sangue Moroi, e em menor extensão, sangue dhampir. Esse cara não era apenas velho, eu percebi. Ele era ancião. E ele tinha bebido muito sangue AL longo dos anos. Terror encheu as feições de Elena, e eu podia entender o medo dela. Strigoi voltavam-se uns contra os outros o tempo todo. Ele poderia ter arrancado a cabeça dela se ele quisesse.

Ela encolheu de medo, desviando seus olhos. “eu ... me desculpe, Isaiah.”

Isaiah alisou a camisa dele – não que ela estivesse enrugada. Sua voz assumiu um prazer frio que ele tinha tido mais cedo. “você claramente tem opiniões aqui , Elena, e eu dou boas-vindas a elas de uma maneira civilizada. O que você acha que deveríamos fazer com esses aprendizes?

“você deveria – isto é, eu acho que deveríamos dar um jeito neles agora. Especialmente os Moroi.” ela estava claramente trabalhando muito para não lamentar e aborrecê-lo novamente.

“a menos... você não vai dar outro jantar festivo, vai? Isso seria um desperdício completo. Nos teríamos que dividir, e você sabe que os outros não agradecerão. Eles nunca fazem isso.”

“eu não estou planejando um jantar festivo com eles,” ele declarou com orgulho. Jantar festivo? “mas eu também não irei matá-los agora. Você é muito nova, Elena. Você só pensa em gratificação imediata. Quando você foi mais velha como eu, você não será tão... impaciente.”

Ela rolou os olhos quando ele não estava olhando.

Virando, ele olhou para mim, Mason e Eddie. “vocês três, eu temo, que vocês vão ter que morrer. Não há como evitar isso. Eu gostaria de dizer que eu sinto, porem, bem, eu não sinto.

É assim que o mundo é. Vocês tem a escolha de como vão morrer, porem, e isso será ditado pelos seus comportamentos. “os olhos dele demoraram m mim. Eu realmente não entendi porque todo mundo parecia estar me escolhendo como o encrenqueiro aqui. Bem, talvez eu fosse. “Algum de vocês iram morrer mais dolorosamente que os outros.”

Eu não precisei ver Mason e Eddie para saber que o medo deles refletia o meu. Eu tinha muita certeza que tinha ouvido Eddie soluçar. Isaiah abruptamente girou nos seus calcanhares, estilo militar, e encarou Mia e Christian. “Vocês dois, felizmente, tem opções. Apenas um de vocês ira morrer. O outro ira viver a imortalidade gloriosa. Eu irei ser amável o bastante para colocá-lo debaixo da minha asa

até você ser um pouco mais velho. Tal é minha caridade.” Eu mal pode fazer alguma coisa.

Eu sufoquei em um riso.

Isaiah girou e me encarou. Eu fiquei calada e esperei ele me lançar pelo quarto como ele tinha feito com Elena, mas ele não fez nada além de encarar. Isso era o bastante. Meu coração acelerou, e eu senti lágrimas encherem meus olhos. Meu medo me envergonhou. Eu queria ser como Dimitri. Talvez ate como minha mãe. Após mais alguns momentos longos e agonizantes, Isaiah se voltou para os Moroi.

“agora. Como eu estava dizendo, um de vocês ira ser despertar e viver para sempre. Mas não serei eu que despertar você. Você irá escolher ser despertado por vontade própria”.

“Provavelmente não,” disse Christian. Ele acumulou tanto desafio quanto ele pode conseguir nessas duas palavras, mas ainda estava claro pra todo mundo no quarto que ele estava muito assustado.

“ah, como eu amo o espírito Ozera,”meditou Isaiah. Ele olhou para Mia, seus olhos vermelhos brilhando. Ela se encolheu de medo. “ mas não deixe isso apagar você, minha querida. Existe força no sangue comum, também. E aqui esta como isso será decidido.” Ele apontou para nos dhampirs. Seu olhar me fez congelar, e eu imaginei que poderia sentir o fedor da decadência.”se você quer viver, tudo o que vocês tem que fazer é matar um desses três.” Ele se voltou para os Moroi. “é isto. Nada tão desagradável. Apenas diga a um desses cavalheiros aqui que você quer

fazer isso. Eles o libertarão. Então você bebera deles e despertara como um de nos. Quem for o primeiro a levantar esta livre. O outro será o jantar meu e de Elena.”

Silencio se manteve no quarto.

“Não,” Christian disse. “Não tem jeito para que eu mate um dos meus amigos. Eu não me importo com o que você faça. Eu irei morrer primeiro.” Isaiah acenou a mão com desprezo. “Fácil ser bravo quando você não esta faminto. Passei alguns dias sem nenhum outro alimento ... aí sim, esses três começaram a parecer muito bons. E eles são. Dhampirs são deliciosos. Alguns preferem eles a Moroi, e enquanto eu mesmo nunca compartilhei tais convicções, eu posso certamente apreciar a variedade.

Christian fez cara feia.

“não acredita em mim?” perguntou Isaiah. “então me deixe provar isso.” Ele andou de volta para o meu lado do quarto. Eu percebi o que ele iria fazer e falei sem parar pra pensar direito no que ia falar.

“Me use,” eu disse. “beba de mim.”

O olhar presumido de Isaiah hesitou por um momento, e suas sobrancelhas se elevaram. “você esta se voluntariando?”

“eu fiz isso antes. Deixei Moroi se alimentarem de mim, eu quero dizer. Eu não ligo. Eu gosto disso. Deixe os outros em paz.”

“Rose!” exclamou Mason.

Eu o ignorei e olhei suplicando para Isaiah. Eu não queria que ele se alimentasse de mim. O pensamento me deixou doente. Mas eu já tinha dado sangue antes, e eu preferia

tirasse de mim antes que eles tocassem em Eddie ou Mason. Eu pude ler sua expressão quando ele me analisou. Por meio secundo, eu pensei que ele fosse fazer isso,mas ao invés eles balançou a cabeça.

“Não. Não você. Ainda não.”

Ele caminhou e foi ate onde esta Eddie. Eu puxei minhas algemas flexíveis tão forte que elas entraram na minha pele dolorosamente. Eles não tinham dado. “não ! deixe ele em paz!”

“quieta,” repreendeu Isaiah, sem olhar pra mim. Ele pousou uma mão ao lado do rosto de Eddie. Eddie estremeceu e ficou muito pálido, eu pensei que ele ia desmaiar. “você pode fazer isso fácil, ou pode fazer doer. Seu silencio ira encorajar o primeiro.”

Eu queria gritar, queria chamar Isaiah de todo tipo de nome e fazer todo tipo de ameaça. Mas eu não podia. Meus olhos rodaram o quarto, procurando saídas, como eu tinha feito tantas vezes antes. Mas não existia nenhuma. Apenas paredes nuas e apagadas. Nenhuma janela. O única preciosa porta, sempre guardada. Eu estava desamparada, da mesma maneira que eu estava no momento que eles nos colocaram dentro da van. Eu tive vontade de chorar, mais de frustração do que medo. Que tipo de guardião eu seria se eu não podia proteger meus amigos?

Mas eu continuei calada, e um olhar de satisfação passou pelo rosto de Isaiah. A lâmpada florescente deu a ele uma cor doentia, cinzenta, enfatizando os círculos escuros embaixo de seus olhos. Eu queria esmurrar ele. “bom.” Ele sorriu para Eddie e segurou seu rosto assim eles dois

poderiam olhar direto um para o outro. “agora, você não irar lutar comigo, você vai?”

Como eu tinha mencionado, Lissa era boa em compulsão. Mas ela não poderia ter feito isso. Em segundos Eddie estava sorrindo.

“Não. Eu não irei lutar.”

“bom,” repetiu Isaiah. “e você me Dara seu pescoço livremente, não dará?”

“claro,” respondeu Eddie, inclinando sua cabeça para trás.

Isaiah abaixou a boca, e eu olhei para o outro lado, tentado me focar no tapete puído ao invés deles. Eu não queria ver isso. Eu ouvi Eddie emitir um gemido leve, feliz. A alimentação mesmo foi muito calma – nenhum barulho de mastigação ou algo do tipo.

“Isso.”

Eu me virei de volta quando ouvi Isaiah falando de novo. Sangue gotejando de seus lábios, e eles correu sua língua por eles. Eu não podia ver a ferida no pescoço de Eddie, mas eu suspeitava que estava sangrenta e horrível também. Mia e Christian encararam com os olhos arregalados, os dois com medo e fascinação. Eddie contemplava o nada feliz, drogado, alto tanto pela endorfina quanto pela compulsão..

Isaiah se endireitou e sorriu para os Moroi, lambendo o resto de sangue em seus lábios. “vocês viram?” ele disse para eles, indo em direção a porta. “é realmente fácil.”

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